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Continue reading →: 2026-05-26 Veio de onde?
Existe uma conversa que, há muito tempo, venho tendo comigo mesmo, refletindo sobre ela, dialogando com as minhas leituras e com os conteúdos de produção de outras mídias, algo além da minha própria cabeça confusa. A questão é: é possível produzir alguma manifestação cultural de forma que os recursos que…
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Continue reading →: 2026-05-24 Galvão! Fala Tino…
Nem todo dia a gente está disposto, né? Algumas vezes a preguiça bate forte. Nem todo dia a gente está motivado. Nem todo dia a gente quer sorrir. Nem todo dia a gente quer interagir. Mas, infelizmente, nem todo dia a vida pergunta o que você quer fazer. A maior…
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Continue reading →: 2026-05-04 Impor respeito
Como praticamente todos os meus textos, este aqui também teve como gatilho uma conversa qualquer, com uma pessoa qualquer, em um momento qualquer. Não uso aqui o termo “qualquer” como pejorativo ou desvalorização da pessoa, mas para que entendam que o principal aqui é a conversa sobre conceitos, sobre comportamento,…
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Continue reading →: 2026-03-02 Efêmera e eterna
Efêmera, impertinente, lânguida, breve, volátil, errante, tênue, frágil, perecível, transitória.Um instante trêmulo perdido entre dois silêncios, uma luz perene e errática que insiste em brilhar antes de apagar.Talvez, por isso, fascinante, apaixonante e deliciosamente misteriosa. Este espaço temporal entre o momento do nascimento e o momento em que o corpo…
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Continue reading →: 2026-02-24 Dicotomia é meuzôvo
Luz e sombra, alto e baixo, claro e escuto, longe e perto, ligado e desligado, bom e mau, Coiote e Papa-Léguas, Tom e Jerry, Hulk e Bruce Banner, Galo e dia de paz. A humanidade, aparentemente, possui uma enorme predileção por enxergar, inferir e/ou produzir dicotomias. Parece uma fixação, um…
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Continue reading →: 2026-02-20 Estranho
Quem tem o hábito de beber o café que prepara tende a entender melhor a analogia que farei. Normalmente, quem prepara o próprio café tem um jeito de fazê-lo quase próprio: seja na forma, seja na quantidade de pó, seja na temperatura da água, seja se faz quantidade maior ou…
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Continue reading →: 2026-02-01 Eu, hoje
Eu sou calmaria, sou tolerância. Sou o chá na copa e o café na cozinha. Sou a torrada com queijo e geleia de pimenta, o caderno aberto e a caneta sobre o papel enquanto decido o que escrever. Sou turbilhão e caos; a mente devaneando e a construção de frases…
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Continue reading →: 2026-01-19 Não sei como
Não sei como vocês conseguem. Não sei como, mas sei que, para mim, é muito difícil. Sei que o Flausino disse que seria fácil, extremamente fácil, mas, para mim, cantar junto é difícil demais. Não sei, não sei como vocês conseguem. Abro os olhos pela manhã e, todos os dias,…
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Continue reading →: 2026-01-16 Apenas fantasmas
Fantasmas conversam comigo todos os dias, o dia inteiro. Algumas vezes os ignoro, em outras os respondo, mas nunca é uma conversa. Eles apenas chegam, dizem o que têm para dizer e se vão. Quando falam, falam sobre tudo e nada; preciso ficar deduzindo sobre o que estão falando. Odeio…
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Continue reading →: 2025-13-11 É falta de biblioteconomia na minha vida
(Sobre a necessidade de lembrar — antes que o tempo apague) Há coisas que a gente passa tempo demais empurrando com a barriga. Na minha, neste momento, há uma centena delas, mas vou resumir em uma: organizar a vida. Não é uma urgência desesperada — embora às vezes pareça. Ok,…