IDH, laicidade do povo e do estado: há muita correlação e alguma causalidade
Já reparou que os países mais desenvolvidos do mundo têm algo em comum além do alto padrão de vida? É a relação que eles têm com a religião. Em lugares onde o IDH é altíssimo, a religião ocupa um espaço bem menor na vida pública e até na identidade das pessoas. E isso não é coincidência. Parece [pareeece!] que quanto mais uma sociedade investe em ciência, educação e igualdade, menos ela depende de dogmas religiosos para tomar decisões ou se orientar.
A separação entre Estado e religião funciona a favor de todo mundo. Com uma boa dose de liberdade individual e políticas baseadas em dados, eles garantem saúde e educação de qualidade para todos, além de promoverem justiça social. O curioso é que, nesses lugares, grande parte da população se identifica como ateia ou agnóstica. [PASMEM!!!] Com acesso ao conhecimento e à informação, as pessoas simplesmente passam a valorizar outros pilares, como o pensamento crítico e uma tal de ciência.
Por outro lado, em países onde a religião ainda domina as decisões políticas, a história é outra. Temas como direitos das mulheres, educação sexual e saúde pública acabam ficando para trás, presos a crenças que nem sempre refletem a realidade atual. Há um freio no progresso – e quem sofre mais com isso é a própria população.
Agora, não se trata de “acabar com a religião”. [infelizmente!]
Cada um tem o direito de acreditar no que quiser. [Olá astrologia!]
A questão é garantir que o Estado seja neutro (ou algo parecido com isso), que decisões que impactam todo mundo sejam baseadas em ciência e não em dogmas. É um equilíbrio simples: a religião continua no espaço privado, enquanto o Estado foca no bem comum.
No Brasil, mesmo com a Constituição declarando o Estado laico, a religião tem um peso enorme nas políticas públicas. E isso, convenhamos, atrapalha. Imagina como seria avançar com políticas mais inclusivas, baseadas na diversidade real do nosso povo? Magina só!!!
Sociedades que apostam na laicidade mostram que esse é o caminho.
Menos dogmas, mais progresso. Menos imposição, mais liberdade.
No fim, é sobre isso: construir um lugar mais justo, livre e onde todo mundo tenha chance de viver dignamente.
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