Eu sou calmaria, sou tolerância. Sou o chá na copa e o café na cozinha. Sou a torrada com queijo e geleia de pimenta, o caderno aberto e a caneta sobre o papel enquanto decido o que escrever.

Sou turbilhão e caos; a mente devaneando e a construção de frases com pausas. Sou reflexão e profundidade.
Sou conversa, diálogo, confronto, controversa e debate. Sou voz baixa, sou calma, colo e cafuné.

Sou a cerveja, o paiol, o cansaço e a preguiça. Sou descanso, acolhimento e casa: sala, copa, cozinha, quarto e cama. Sou conchinha, carinho e fervor; o igual e o diferente, o comum e o incomum.

Não sou a postagem, não sou a rede social, não sou balada. Não sou o fervo, não sou da rua.

Sou o cantinho, a música baixa, o carinho e o inesperado. Sou a respiração e a perda de fôlego. Sou o que te ouve no silêncio.

Não sou o que é visto, sou o que é tocado. Não sou o que te olha, sou o que te toca. O que te lê quando você me olha e te escuta quando você se cala.

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