Hoje vou poemar
Nem sempre a prosa resolve
Por mais que eu ame prosear
É que te vi desnudar
Teu corpo e tua alma
Um desbunde a me domar
Muito me delicio na carne tua
Tão saborosa com requinte lúdico
Brilha o sol ou brilhe a lua
Sorvo o deleite do teu rio púbico
E antes que você verbalize o desejo
De me possuir pulsando dentro de ti
Em silêncio eu ainda cortejo
Teu êxtase doce ofegante surgir
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